Diário de uma Psicanalisada


O projeto final

Muito tempo sem postar, muito tempo cheia de coisas para pensar. Não que eu não tivesse nada pra escrever, muito pelo contrário. As idéias brotavam com uma velocidade tão grande que não dava tempo de escrevê-las antes de uma nova surgir e me desconcentrar. Este post foi escrito em janeiro e um bocado de coisa já mudou...

Defendi o meu projeto final. Não, ainda não acabei a faculdade, mas o pior já passou. Agora são apenas duas disciplinas para fechar os créditos. Foi um parto seguir adiante com a ideia que tive. Minha primeira proposta de trabalho foi solenemente negada pela minha orientadora. Queria trabalhar com algo que não fosse de época. Passei a faculdade inteira fazendo isso e queria ter a oportunidade de pesquisar algo diferente. Havia escolhido fazer o projeto de figurino de um texto de um japonês. Queria trabalhar com o universo oriental e sutil de Kawabata em "O país das neves". Um romance lindo, cheio de nuances e delicadezas. Mas por ser um romance e não um texto de teatro foi VETADO. Não entendo essas coisas de orientador. Ela diz que eu posso escolher o que quiser para trabalhar e veta minha proposta. Sempre tem um porém, um senão que é um banho de água fria nas nossas empolgações.

Aí é que começou a funcionar o grande serviço de inteligência de graduandos. Perguntei para várias pessoas como foi fazer o projeto, como era a banca, como a orientadora ajudava no processo. Pude acumular algumas informações importantes. A banca via com bons olhos quem trabalhava autores brasileiros. Também seria interessante buscar um autor/texto de pouco conhecimento do público. Assim evitava idéias pré-concebidas e o pedantismo dos "especialistas" das bancas. Nelson Rodrigues nem pensar! Eu que já estava inclinada a fazer algo com o teatro do absurdo para poder despirocar e me libertar de amarras fui de encontro com os textos de José Joaquim de Campos Leão, o Qorpo Santo. Sugeito polêmico e sem lugar na cronologia de nossa história do teatro brasileiro. É tido como o primeiro autor brasileiro e talvez mundial do teatro do absurdo (para saber mais sobre esta figura é só clicar aqui). Escolhi o texto com maior número de personagens e fiz a nova proposta de projeto.

E assim começou a saga do projeto de graduação de indumentária: Hoje sou um; e amanhã sou outro. O resultado está parcialmente neste link:
projeto final
. A minha orientadora NÃO foi na defesa, mas me saí bem e teria tirado 10 se o projeto final conferisse grau. Fiquei orgulhosa e estou com muita vontade de terminar logo a faculdade e começar a vida "de verdade".



Escrito por Shunnrei às 14h28
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




O dia em que vi tudo em 3D

Fui ver o tal show do U2 3D lá em Deus me livre. Mais pelas companhias do que pelo o grupo. Não sou uma fã regular daqueles irlandeses. A primeira surpresa é que o ingresso é mais caro. Não é um absurdo de caro, mas é mais caro. Para quem não paga meia chega a diferença de 5 reais.A sala estava vazia e congelante. Num primeiro momento é muito estranho e legal ver o Bono pertinho da gente. Depois cansei. É, achei sem graça. Um show não explora todas as possibilidades que essa tecnologia oferece. As coisas mais bacanas foram uns efeitos especiais na edição, umas letras caindo em vários planos, uma animação com linhas bem bacana. Me incomodou também a moldura da tela. Ela é pequena para os efeitos. Cortava pessoas e instrumentos. E o Bono é performático demais. Chega até a ser meio afetado. Não tem porquê ele usar mulets nesta época e nesta idade. Também não vi necessidade de tanta troca de casacos.

Fiquei decepcionada. Ainda estou com a sensação que a experiência 3D da minha vida foi ver "Os Pássaros" numa atração da Universal Studios em Orlando. Aí sim fiquei impressionadíssima. Achei os bichos iam me arranhar toda. Com essa eu até sonho.



Categoria: Resenha
Escrito por Shunnrei às 20h21
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Alcova

A experiência de viver uma Alcova é algo incrível. Seja por motivos diversos (trabalho escravo numa loja, vexame , namoro em crise) não aproveitei as edições anteriores como deveria. E desta vez como fui a primeira a chegar e última a sair, achei que seria bastante interessante fazer o relato de alguns momentos e impressões de uma quase virgem de Alcova.

Eu realmente fui a primeira a chegar. Cheguei antes dos aniversariantes. Cheguei a tempo de ajudar na arrumação do lugar e ver a montagem da então famigerada cama-elástica. Pude ver o estresse do seu Carlos com as bebidas trazidas de fora. Vi os meninos fazendo toda sorte de piadinhas chulas com o enchimento das bexigas bisnagas. Ouvi o áudio daquele dvd montado de última hora da noite anterior. Escutei a Carlota gritando quando do close que foi feito de sua face:

- Vai ficar com essa porra na minha cara, o caralho ?!

Parti do princípio que não era pra ficar inventando moda. Menos seria mais na minha diversão. Se não quisesse pagar outro vexame, ou eu bebia, ou eu pulava na cama-elástica. E assim foi. Fui de calça só pra poder me jogar. Pulei três vezes. Coisinha boa demais! Taí um exercício físico não-erótico que amo. Provavelmente o único. Resultado: ombros incrivelmente doloridos na noite do dia seguinte. E os convidados se comportaram direitinho. Ningúem vomitou ou inventou práticas diferentes e não adequadas ao brinquedo. Sobre este assunto destaco a performance incrível da Lívia lá pelas quatro da manhã. Quem perdeu, perdeu.

Outra brincadeira da noite foram as bexigas modeláveis. Havia algum "cretino", se não me engano era o namorado da Gaia, que sabia fazer mil e uma coisas com os balões. Eu fiquei inibida, Tatá não se deixou abalar. Ficou quase uma hora experimentando os balões. Estourou uns cinco, até que com a ajuda da Dri, ela conseguiu fazer um cachorro. E não parou mais. Fez bichinhos a distribuir.

Os figurinos estavam excelentes também. Ana pri debutando pela segunda vez em um delicado rosa (que não a impediu de pular no pula-pula) estava um charme. Aline saída diretamente de uma disco da década de 70, um luxo. Gavazza no seu sempre acertivo calça-jeans-camisa-de-malha-vermelha fazendo a linha básica. Juliano foi chique de camisa de botão, quase um metrossexual e não pulou na cama elástica. Todo mundo esbanjando estilo!

A pista de dança foi um espetáculo a parte. Tocaram as mais variadas músicas. Desde os óbvios de Madonna, Dee-lite, ao sambão no final. Foram inenarráveis as emoções de dançar a "dança do quadrado" na fila do caixa. A pista ficou bem cheia. Difícil de transitar. Na hora que Arthur tocou grunge anos 90 achei que as paredes iam cair. Ou pulava com todos ou morria. Levei três pisões no pé e uma cotovelada na boca. Ainda sim considero o saldo positivo. Claro que tivemos as cenas usuais de sempre, com o Modesto enganchando nas meninas, gente fumando sem saber onde a ponta do cigarro estava, gente se pegando no meio da pista (ai,ai....429 km...) e etc.

Aleatoriamente preciso comentar algumas coisas.

A Ana Pri estava muito sexy fumando charuto! Tão fálico, tão masculino, tão...

Eu não acreditei quando vi aquele leão de maria mole made in china radiativo com dióxido de titânio mordido. Para a minha surpresa, a Van havia experimentado. Vanzinha, você ta bem? Ainda inteira?

Não sei se era a saudade, mas a Carlota meio que concordou comigo, eu podia jurar que tinha um Marcos do mundo bizarro lá, mais baixo, mais magro, com mais cabelo. Eu não estou louca! Eu vi!

Quem conseguiu chegar até aqui pode imaginar que me diverti muito. E que tenho amigos muito valorosos, que estão no meu coração. Amigos que me bastam para ser feliz. E que me fizeram curtir uma noite incrível.
Saí com o último aniversariante, depois do penúltimo aniversariante a sair ter deixado tocando "Ele é o bom". Saí pronta para deitar na minha caminha e ter uma ressaca de felicidade.

Escrito por Shunnrei às 18h07
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Conversas triviais que te deixam louca!

Tava conversando com meu namorado agora pela manhã. Fiquei tensa, ele disse que numa escala de estilo onde a hippie e perua sejam extremos opostos eu tendo mais para o hippie... ECAAAAAAA !!!!!!!!
Justo eu que sou a garota do plástico e do concreto. Tomo banho todo dia, depilo o sovaco e etc. Uso perfume francês e tô sempre maquilada. Eu não entendi. Quando argumentei com os fatos acima listados ele replicou dizendo que eu usava tie-dye (vejam bem, eu tenho UMA blusa com esta estampa e ela ainda é sintética!) e a quase inexistência de saltos no meu guarda roupa. Ah, eu não engoli essa não! Tô aqui pretérita e quero a opinião de quem puder deixar. Ele tem razão? Estou sendo histérica à toa? Eu tenho razão?
Agradeço a participação desde já!

Escrito por Shunnrei às 10h46
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Histórias da Internet IV

Nesta historieta eu não fui a protagonista, mas coadjuvante de um enredo digno de comédia romântica hollywoodiana.

 

Na semana seguinte a minha fatídica ida a Lapa do post sexta-feira furada eu recebi um e-mail de divulgação dizendo que eu estava na lista do Lugar tal com direito a dois convites para assistir a gravação do DVD da Banda Tal no sábado seguinte. Eu NUNCA dei meu e-mail pra divulgação da casa. Eu quase não uso o endereço do MSN. Pensei logo na Gigi, que tinha envolvimento com o espaço e com a banda. Abstraí do assunto até ser adicionada no messenger por um tal de Paulo Castro. Utilizando toda a minha simpatia e disposição usuais logo perguntei: “Oi. Quem é você? Da onde você me conhece?” A criatura me respondeu que era divulgador do lugar tal enviara-me o convite e havia me adicionado sem querer no messenger. Reforçou o convite e batemos um papinho rápido. Ok, até aí nada demais.

A semana passou frenética. Sábado de manhã o tal Paulo me mandou um recado off-line lembrando-me do evento. Eu acordei ruim, com a garganta ardendo e doendo. Não rolava de ir para a gandaia. Precisava descansar. Meu sábado foi um suco de laranja no bar da esquina.

Domingo de manhã estava eu me convalescendo e trabalhando no computador quando outro ser desconhecido me adicionou no messenger, Ciclano. A parte surreal da história começa agora. Mais uma vez simpática e acolhedora: “ Oi, quem é você? Da onde te conheço?”

Sendo bem sucinta. Ele era amigo da Gigi, tinha me visto na rua com ela na tal sexta-feira fatídica. No domingo seguinte ele me viu entrando no metrô de Botafogo. Disse que eu estava linda e sorridente e foi me catar no orkut da Gigi. Ele olhou 600 e blau fotinhos até que me reconheceu. Achou que seria um pouco assustador aparecer do nada no meu orkut me chamando pra sair. Acontece que ele era músico da Banda tal, e acabou bolando aquela história de convites para a gravação do DVD no intuito de tentar me conhecer como gente normal faz. E não deu certo, por razões óbvias. Então ele estava “revelando”.

No primeiro momento: Medo!!! Que psicopata!!! Num segundo momento eu comecei a ficar curiosa. Precisava conversar com a Gigi. E foi ótimo. Ela não emplumou o pavão, contou um bocado de coisas e quando perguntei se era gatinho ela mandou a seguinte pérola: “Não. Parece um Lineuzinho, não faz meu estilo.” E lá fui eu catar fotos da criatura no google. Ele era um Lineuzinho mesmo: branco, peludo, cabelo enroladinho, cara de bom moço. Resumo: o tipo que EU gosto. Lá pelas tantas a Gigi e ele me convenceram a ir ao Samba tal. Coloquei-me no lugar do rapaz e pensei que se fosse comigo gostaria que me dessem uma chance. Fui com a intenção de ir embora cedo, afinal ainda estava um pouco doente.

Lá fui eu num misto de curiosidade e apreensão. Mesmo que ele fosse gordo e desdentado eu iria querer conferir. Conheci Ciclano. Era um rapaz bem-apessoado, com uma voz melodiosa e um sorriso carismático. Ele estava todo sem-graça com a situação. (Se não estivesse, aí sim acharia que era um psicopata). Era espirituoso e havia levado tanchagem para a minha garganta. Gentil, não?

A conversa fluiu bem. Conversamos sobre várias coisas e ele ainda acrescentou que o tal do Paulo Castro era um fake dele. Mas a essa hora eu já havia entrado na dele e não me choquei. Ele cantou, eu dancei, me deixei envolver. Fui embora depois de uma hora da manhã (um pouco tarde para quem estava doente).

A história é bonitinha até o vigésimo dia seguinte, quando de comédia romântica, ela se transformou em Dawson’s Creek, com um fim muito manjado e pouco original. Uma ex-namorada apareceu. Ponto-final.



Categoria: Anedotas verídicas
Escrito por Shunnrei às 22h31
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




TESTE SEU VOCABULÁRIO

Resultado: 26 pontos

Eu tenho um excelente vocabulário.

Teste'>http://www.interney.net/testes/teste001.php">Teste Seu Vocabulário.

Oferecimento: InterNey.Nethttp://www.interney.net/">InterNey.Net>



Escrito por Shunnrei às 12h46
[
  ] [ envie esta mensagem ] [ ]




O mágico de Oz

Tem uns 15 dias que vi pela vigésima quarta vez “O mágico de Oz”. Quando eu vi pela primeira vez, foi lá para meados de 1985, numa gravação que meu pai fez com o supra-sumo da tecnologia de então, o vídeo-cassete. O filme passou num sábado, na sessão do Super-cine e foi apresentado pela menina prodígio da época, Isabela Garcia. As cores e as canções me encantavam. A saga de Dorothy para voltar para casa me envolvia de tal forma que meus pais usavam o filme quando me queriam quieta (daí ter visto 22 vezes, contadas pelo meu progenitor querido).

Eu tinha uns conceitos muito definidos sobre alguns personagens. Eu gostava do espantalho, achava que ele já era inteligente antes de ir para Oz. Ele estava querendo resolver apenas uma mera formalidade. Eu simpatizava com o homem de lata. Ficava com pena dele precisar de óleo pra se movimentar e não poder pegar chuva. Eu não tinha a menor paciência com aquele leão covarde. Assim como achava o cachorro Totó um saco também. Mesmo sendo a razão do filme, eu o via como um encrenqueiro que colocava a sua dona em enrascadas desnecessárias. A mesma antipatia que eu tinha pela Uni, de “a caverna do dragão”. A Dorothy, eu invejava os sapatos dela. A Fada boa do norte eu achava linda e queria ser uma fada só pra ter uma roupa igual à dela (incluindo a varinha de condão e o chapéu em cone).

Com 20 e poucos anos eu assisti mais uma vez para fazer a famigerada experiência com o álbum Dark side of the moon do Pink Floyd. Eu não sou fãzoca da banda. Achei uma forçação de barra. Não acho nada de fantástico a Dorothy abrir a porta da casa depois do tufão e a imagem ficar colorida coincidir com os sons de registradora do início da música Money.  

Mas o que me fez querer escrever sobre este filme foi o fato que me levou a assisti-lo pela última vez. Meu pai conseguiu uma cópia em DVD e deu para a enteada da minha irmã. A bonitinha tem 3 anos e AMA o filme. Ela assiste duas vezes por dia, canta as músicas, dança na frente da TV e sabe os diálogos de cor. Eu fico toda boba de ver algo que foi muito importante na minha infância (e ele já era velho na época) ainda ser cativante para as crianças de hoje, 20 anos depois. Penso que algumas coisas são clássicas porque são universais, não importa a época e o lugar, elas falam de coisas que estão além da experiência adquirida. E é esse mistério da humanidade que me faz ainda ter a crença que o ser humano não foi uma experiência que não deu certo.

 



Escrito por Shunnrei às 22h32
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Vaga preenchida

Checando a lista:

 

  • Esteticamente interessante – OKlindo, lindo, lindo!
  • De boa índole – OKsolícito e bom caráter.
  • Mentalmente são – OK – nenhum ciúme excessivo, ou desvio de personalidade. Bem resolvido.
  • Gostar dos meus amigos – OKfui apresentada por um deles.
  • Boa conversa – OKtemas infinitos.
  • Ser capaz de se apaixonar – OKapaixonado até pelas simples coisas que faz.

 

Ponto Negativo:

 

  É só um detalhe. Tem uns 400 quilômetros entre nós!



Escrito por Shunnrei às 16h54
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Na terra da Garoa

As voltas com a cidade que me fascina mais uma vez, tenho algumas considerações a fazer:

  • Achei de um profundo machismo só ter máquina de camisinha no banheiro masculino. Ainda não consegui ver uma máquina dessas!
  • A 25 de março é a rua da Alfândega da rua da Alfândega. Eles são os fornecedores de toda a bugiganga que tem lá. Muitas lojas só vendem no atacado, e nas que vendem no varejo o atacado é de no mínimo 12 peças.
  • Neste mesmo logradouro tem uma coisa muito chata que são uns vendedores ambulantes de massageador elétrico que ficam gritando as vantagens do produto e fazendo um test-drive nas suas costas sem perguntar se você quer. Volta e meia eu levava um susto com uma tremedeira nas minhas escápulas.
  • O metrô não tem ar-condicionado. Eu nunca tinha encarado isso como um problema porque só havia freqüentado a cidade em tempos frios. Mas dessa vez, cruzes!


Escrito por Shunnrei às 09h09
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Mensagem cifrada

Acabei de abrir minha caixa de e-mails e me deparei com uma mensagem do destino. Eu tenho 666 mansagens de spam! Preciso de ajuda para decodificar esta manifestação do além. A besta do apocalipse vai dar pau no meu computador? O fim do meu mundo virtual está próximo? Uma praga virótica destruirá todos os meus mais preciosos arquivos? Estarei condenada a sempre querer emagrecer, conseguir uma ereção, e aumentar o meu pênis?

Por favor! Alguém me ilumine!



Escrito por Shunnrei às 14h04
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Constrangimento

Saí para uma badalada casa noturna carioca. Caprichei na maquiagem dos olhos: sombra, lápis, rímel, corretivo, iluminador, um luxo. Não coloquei os óculos para não mascarar o grande trabalho que tive. Ou seja, fiquei andando pelo lugar com cara de paisagem sem ver nada. Em dado momento eu me separei do grupo e fui buscar uma cerveja. Estou eu me locomovendo linda e cega quando vejo um homem na direção oposta se aproximar e falar alguma coisa. Quando ele chegou bem perto pude ver que era amigo do marido de uma amiga. Uma pessoa que já vi várias vezes e não sei o nome. Fiquei sem graça. O sujeito fala comigo, só reconheço depois e eu nem sei o nome. Sem pensar duas vezes eu disse:

-Oi! Tudo bem! Feliz 2008! - e dei-lhe dois beijinhos.

Segui o caminho rumo ao bar. Dei uma olhadela para trás. O cara tava lá me olhando. Foi aí que caiu a ficha. Ele não me reconheceu, na verdade ele estava me cantando e eu ainda dei dois beijinhos nele! Resultado: a criatura passou o resto da noite me cercando e me olhando com aquela cara de how are you doing? , vem cá minha nega.

Que vergonha! Essa foi pra eu aprender que não importa a situação, eu TENHO que usar óculos.



Categoria: Anedotas verídicas
Escrito por Shunnrei às 16h51
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Mondrian do Agreste

Laranjeiras, SE - Foto por Shunnrei



Escrito por Shunnrei às 20h36
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Feliz 2008 !!!

 Fiquei com preguiça de fazer um balanço de 2007. Esse foi um ano que passou muito rápido e que muitas coisas aconteceram. Também pensei que as resoluções não são muitos diferentes das de 2006 para 2007. Logo, posto aqui uma música que me acompanhou por todo ano, que apesar de sua letra triste, tocou em momentos muito felizes e especiais.

A flor e o espinho
(Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha)

Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua
É no espelho que eu vejo a minha mágoa
É minha dor e os meus olhos rasos d'água
Eu na tua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua



Escrito por Shunnrei às 19h04
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Rapidinhas

  • Voltei a fazer análise. Na verdade já tem dois meses, mas só agora assumi mesmo que voltei pra valer. Voltei por um motivo bem específico. Algo bem pontual. Quero trabalhar objetivamente nisso e não divagar sobre a vida. Foi bom ter ficado esse tempo longe. Estou cheia de disposição e espero ansiosamente o dia da sessão;
  • Mudei novamente o nome do Blog;
  • O coração partiu mais uma vez, no entanto estou ficando craque e já sei quais curativos e bálsamos são os mais eficazes. Vou ficar bem, só tenho que ficar quieta, porque mesmo bem, ainda estou frágil e isso significa que posso fazer burradas homéricas, coisa que eu definitivamente não quero;
  • Saí para comprar meu vestido de Reveillon, experimentei uns 15. Mesmo sendo tamanho P, quatorze deles ficaram grandes. O único que deu foi um preto, tamanho 16 do setor infantil. É pra ficar triste ou feliz?


Escrito por Shunnrei às 19h31
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




O resultado

Depois de tanto martírio, o resultado é esse aí....

 



Escrito por Shunnrei às 11h13
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Cinema e vídeo, Livros, Jogar conversa fora, sair com os amigos.
MSN - shunnrei@hotmail.com
Histórico
Categorias
  Todas as Categorias
  Link
  Abertura
  Resenha
  Sonho
  Anedotas verídicas
Outros analisados
  ... de 0 a 100 em 15 minutos!
  Senso comum
  Flog da Alice
  É o blog da May
  Cenas Marginais
  Peixe fora d'água
  Insujeita
  Blog da Maíra
  Histórias de cocô
  Blog da Gi
  Mulher de 30
  Fotolog Vinilsson
  Uns & Outros
  O primo
Votação
  Dê uma nota para meu blog